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A gigante americanas s.a. está pronta para brigar pela liderança do varejo brasileiro

Na última quinta-feira, dia 10 de junho, as Lojas Americanas e o Grupo B2W anunciaram a união de 100% de suas operações, após a votação das Assembleias Gerais Extraordinárias das duas companhias. O movimento, que deu origem à americanas s.a., foi anunciado no fim do mês de abril. A união das empresas também prevê que o caixa e os ativos operacionais das Lojas Americanas sejam incorporados pela B2W em troca de ações da nova companhia, que nasce com o propósito de “somar o que o mundo tem de bom para melhorar a vida das pessoas”.

Com esse acordo, a americanas s.a. conterá com operações 100% integradas, unindo o varejo físico, digital, logística e fintech em uma única plataforma. Nessa integração de operações, a nova empresa promete unir suas forças e expertises para oferecer um serviço mais ágil e com melhor capacidade de engajamento, construindo uma companhia mais poderosa e valiosa, em um novo ecossistema integrado com base em cinco pilares: efeito de rede, tecnologia proprietária, economia de escala, marca reconhecida, e uma plataforma de M&A ainda mais forte. Além disso, o plano de fusão deve incluir a abertura de ações nas bolsas dos Estados Unidos por meio de migração da base acionária, que passaria a ser chamada de Americanas Inc.

A americanas s.a. já nasce gigante com um valor de mercado estimado acima dos R$ 100 bilhões, mais de 48 milhões de clientes ativos, mais de 1.700 lojas físicas em 765 cidades e tem mais de 34 mil associados, além de contar com a fintech AME, que já soma quase 20 milhões de downloads e é aceita em mais de 3 milhões de estabelecimento. A nova empresa tem R$ 40 bilhões em Volume Bruto de Mercadorias (GMV) em 2020, e uma plataforma de logística e atendimento com capilaridade nacional. Com essa junção das duas operações, o Universo Americanas está pronto para brigar pela liderança do varejo brasileiro com Magazine Luiza, ViaVarejo e Mercado Livre. Nas estimativas da XP, em 2021, a americanas s.a. terá vendas estimadas de R$ 57,6 bilhões, ante R$ 53,5 bilhões da Magalu (MGLU3) e R$ 45,7 bilhões da Via Varejo (VVAR3).

Muitos integrantes da Visão Varejo já interagiram com uma ou mais das empresas do grupo, seja como fornecedor, parceiro ou cliente. Todos conhecem bem a agressividade e poder que essas duas empresas já detinham em negociações duras e exaustivas. Essa nova gigante do varejo deverá demandar ainda mais esforços comerciais, elevando o mercado brasileiro para outro patamar. Acompanhem os próximos movimentos de mercado no blog da Visão Varejo. Para fazer parte da comunidade Visão Varejo, se inscreva na nossa Plataforma.

Fontes: CanalTech, Meio&Mensagem e CNN

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