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Sinais da ficha
+Câmera principal de 50 MP com sensor Sony LYTIA 600 e selfie de 32 MP
+Bateria de 5.200 mAh com carregador TurboPower de 20 W na caixa, segundo a Motorola
+NFC para pagar por aproximação, IP64 e vidro Gorilla Glass 3
+Tela Full HD+ de 6,7 polegadas com brilho de até 1.050 nits
!Só 4 GB de RAM física (os 8 GB a mais são memória virtual tirada do armazenamento)
!Tela LCD de 60 Hz, sem a fluidez de 90 ou 120 Hz; só 4G, sem 5G
!Sem entrada para fone com fio de 3,5 mm
O que os números dizem
O Helio G81 Extreme é um processador de entrada da MediaTek, de 8 núcleos e 2 GHz: dá conta de mensagens, redes e vídeo, mas não é chip para jogo pesado. A RAM física é de 4 GB; os “8 GB de RAM Boost” do título são armazenamento emprestado. A tela é LCD Full HD+ de 6,7” a 60 Hz, com pico de 1.050 nits, número alto para a faixa e útil ao sol (entenda os termos em AMOLED, LCD, Hz e nits). A câmera principal usa o Sony LYTIA 600 de 50 MP, e a frontal tem 32 MP. Bateria de 5.200 mAh com carga de 20 W.
O que a ficha não tem
5G, giroscópio, entrada P2 e tela acima de 60 Hz. A ausência de giroscópio limita realidade aumentada e alguns jogos.
É memória virtual: o sistema usa parte do armazenamento como se fosse RAM. Ajuda a manter apps abertos, mas é bem mais lenta que a RAM física, que no Moto G17 é de 4 GB.
IP64 protege contra o quê?
O 6 indica proteção total contra poeira; o 4, contra respingos de qualquer direção. Não protege contra imersão: o celular não pode cair na piscina.